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| Wednesday, 31-Aug-2011 01:22 |
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Barroco
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Alguém já caiu nessa página do Windows Live com um português vergonhoso?
http://windowslivehelp.com/solution.aspx?solutionid=d7bba8b6-7019-43f3-8326-378602d10ecf
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| Sunday, 6-Feb-2011 02:04 |
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Charleston
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Essa dança (Charleston) é demais! Quem dera eu soubesse fazer algo parecido!
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| Tuesday, 4-Jan-2011 15:21 |
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muito bom!
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http://super.abril.com.br/historia/verdadeira-historia-natal-446723.shtml
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| Monday, 1-Nov-2010 16:02 |
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Presque poème
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L’ai-je, m’a-t-elle
Suis-je, m’aime-t-elle
Veut-elle, puis-je
l’avoir
Déjà vouloir jamais devoir
Plus maintenant
Amour sans paix
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| Sunday, 3-Oct-2010 01:56 |
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Gosto discutido
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Apesar de ser passioné pela música erudita, nunca me apeteceu muito a [música clássica] cantada. Sempre fiquei pelo piano, o dito rei dos instrumentos. Pois agora eu também gosto dos vocais eruditos. A gente aprende... aprende a gostar de brocoli, de pimentão, de cerveja... essas coisas "ruins" ao primeiro contato. Só não aprendi a gostar de beringela, ou de rabanete, mas é uma questão de tempo (1) de curiosidade (2), de indução (3) ou de ignorância (4).
1) O tempo: Com o tempo a gente muda. Muda porque cede (eu já comprei um CD por causa de uma única música e, ao chegar em casa, fiquei arrasado porque as outras faixas eram insuportáveis. Com o tempo, sucumbi a TODAS) ou muda porque a personalidade é moldada - ver (3) - por uma enxurrada diária de informação audio-visual-útil-fútil-etc-e-tal (lembrei da célebre "o homem é produto do meio") que cria como que novas sinapses cognitivas e sentimentais. Mal sei sobre as sinapses, mas, por ora, é o que me vem. Por isso, acho que naturalmente o gosto vai se adaptando a novas nuances (musicais, gastronômicas, olfativas, etc...). Mas com um savoir-vivre aguçado, a curiosidade tem o seu papel transformador independente do tempo.
2) A curiosidade: O habitual enfadonha. De repente, o corriqueiro não satisfaz, então buscamos conscientemente algo que surpreenda os sentidos. Partimos em busca do inusitado para compor um repertório mais abrangente de experiências e sensações. Então nos permitimos provar mais uma vez aquele legume que sempre causou repulsa ou aquele modelo de roupa que nunca nos caiu bem. E é preciso cavucar, fuçar mesmo, em busca do extraordinário. Se você só ouve a música que toca no rádio ou na televisão, não vai descobrir a infinidade de opções musicais que existe. Se só assiste aos filmes da TV ou do cinema, tão pouco vai descobrir o sabor umami de um filme sueco ou iraniano. É preciso ser ativo, corajoso e permissivo para exercer a curiosidade.
3) O evento indutivo: às vezes um comentário que lemos ou ouvimos sobre algo (pode ser um comentário ou um fato qualquer) é o suficiente para remodelar todo o nosso conceito sobre aquilo, mesmo se já tínhamos opinião "bem formada" a respeito. Eu, por exemplo, sempre tive nojo de quiabo. Um dia eu vi, en passant, uma amiga comendo quiabo. Estava crocante, eu ouvia o croc-croc, e ela comia com tanto prazer. Despertou-me um desejo incontrolável de comer quiabo cru. E que delícia é quiabo cru! Uhmm! Estou, aqui, caracterizando a indução por um único evento deflagrador, tipo a gota que faz transbordar. No geral, como mencionei acima (em Tempo (1) ), tudo induz - sempre.
4) A ignorância: Não gostar de jiló ou sarapatel sem nunca ter comido, por exemplo. É o meu caso. Mas a minha curiosidade não supera, aqui, minha ignorância. É a ignorância voluntária. Voluntário-associativa. Você escolhe não conhecer/gostar porque associa a algo ou alguém que te desencorajou (a associação pode ser consciente ou não). Porém, você não gosta das danças eslavas porque sequer soube da existência delas. É a ignorância involuntária. Eu não gostava de música erudita cantada porque, apesar de ter ouvido muitíssimas vezes, não fui instruído sobre o que é o canto lírico. É a ignorância técnica. Outro exemplo: eu não gostava de piano até o dia que vi um mortal (uma amiga, na casa dela.. nada de tv, palco, pompa ou circunstância) tocar piano na minha frente. Só então compreendi o esforço necessário para tocar. Hoje eu escuto uma peça de piano e sei avaliar a dificuldade, a técnica, o nível de complexidade, o esforço despendido para executá-la segundo as orientações do compositor e a capacidade de personalização do intérprete. Esse conhecimento me faz apreciar as peças para piano. Eu uso muitos sentidos para "ouvir" tal música. Um ignorante técnico vai ouvir apenas com o ouvido e logo dirá se a melodia é feia ou bonita. Só.
Enfim, eu estou menos ignorante em relação ao canto lírico. Andei cantando aqui e ali e agora aprecio, por exemplo, quando o cantor segura uma nota durante três-vezes-vários segundos. A minha tentativa frustrada em fazer parecido criou essa nova "sinapse" apreciativa do canto lírico.
Voici, donc, algumas peças que aprendi a gostar:
Nisi Dominus - Cum Dederit (Vivaldi)
A mesma de cima cantada por um homem (! - e melhor do que a mulher, eu diria, na minha semi-ignorância técnica) e Stabat Mater - Quis est homo (Vivaldi)
Stabat Mater Dolorosa (Pergolese)
Em tempo:
Eu só comi, até hoje, rabanete preparado de um único jeito. Curiosidade ativada!
Jiló: pra que mesmo?
Beringela eu até como, se for empanada e frita bem fininha e crocante.
Sarapatel não vai descer, a não ser pelo último dos fatores: Necessidade (5). Mas aí não é gosto, é sobrevivência.
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| Tuesday, 22-Jun-2010 16:45 |
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Jayme Fygura
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Predador
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Jayme Fygura
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Jayme Fygura
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Desde que vim morar em Salvador, já cruzei o caminho de um ser estranhésimo em vários cantos da cidade. Na minha cabeça, a referência é o "Predador", aquele do filme. Sempre fiquei intrigado e desde a primeira vista, gostei dele. É um mix de curiosidade, medo, admiração, indignação.. debaixo de sol ou chuva, está ele lá, andando sem pressa pela rua com toda aquela parafernalha de ferro e couro....
Já até procurei sobre ele na internet mas não sabia como procurar, então nada achei. Eis que ontem ELE cruzou o meu caminho. Ai não deu pra evitar. Parei para conversar! Claro que só pelo visual, ou a "temática", segundo ele, já mostra que não é uma pessoa muito parafusada. Literalmente é. Figurativamente, não. De qualquer forma, é um ser conversável.
Ele tem 58 anos e há cerca de 30 "vive a sua temática". Isso me fez lembrar o filme "O Grande Truque" (The Prestige - 2006), em que o ilusionista diz que um bom mágico deve "viver a sua performance" dentro e fora dos palcos.
Ninguém conhece o rosto de "JAYME FYGURA" (finalmente descobri como se chama o "predador" ou "o homem de lata", segundo a minha mãe). Ele é artista plástico. Confecciona as suas diversas armaduras, canta em português e inglês, vende quadros, faz performances públicas, etc. Ele carrega sempre uma espécie de lança que é usada para se proteger dos cachorros!!
Ele me passou o endereço www.curtaosarcofago.blogspot.com, que é sobre um curta feito sobre ele. Passou também o email pessoal - se alguém quiser trocar uma idéia.....
No Youtube também tem alguns videos com ele.
Aqui constrasto algumas falas de Jayme com o filme "O Grande Truque":
Jayme: “As crianças me adoram, mas eu não posso deixar, pois eu não sou palhaço e se eu fizer sintonia com elas eu perco minha essência”.
"They'll beg you and they'll flatter you for the secret, but as soon as you give it up... you'll be nothing to them"
Jayme: "escondi o rosto para que vissem só a minha obra"
"The secret impresses no one. The trick you use it for is everything"
Jayme: "Eu vivo a minha temática."
"He lives his act"
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| Saturday, 29-May-2010 01:45 |
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Allegro con brio
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Já tem um tempinho que fiquei de escrever um poema com a palavra "brio". A palavra me foi oferecida naturalmente numa conversa fiada e oportuna, que me deixou em estado de bliss, o mesmo transe servido por Beethoven nos momentos finais da sua 5a Sinfonia.
Eis o poema, com título e corpo :
Embrionário
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| Thursday, 15-Apr-2010 23:32 |
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Miscelânea
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1) O que esse outdoor faz na Av. Paulo VI, em Salvador?
2) O vulcão Eyjafjallajokull, que entrou em erupção na Islândia, tem dado o que falar. Uhm... falar? Fala aí você também. Aproveita e emenda logo com Fáskrúðsfjörður, que fica ali perto.
3) Veja bem a foto (acima) da nova bebida da Nestlé. Pois bem. A informação na embalagem garante que "Este produto não contém chocolate Alpino." Que tal?
4) Tá. Você pode ficar com o iogurte Actimel. A Danone explica direitinho na embalagem que "Não contém mel".
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| Thursday, 11-Feb-2010 00:49 |
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Back to SSA
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Aqui uma pitada da viagem, basicamente de lugares. Os amigos ficaram guardados. Muito bem guardados.
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| Wednesday, 13-Jan-2010 11:29 |
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Eu era assim; Agora sou assado.
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Infelizmente não estou conseguindo transferir as fotos do celular para o computador... é o velho problema do bluetooth. Queria postar a foto do termômetro marcando 41º C por aqui. No jornal, ontem, li que a sensação térmica no Centro foi de 50º C.
Eu bem que preferia continuar cru, mas tá difícil.
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